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Resenha: Sol da meia-noite - Stephenie Meyer

Livro: Sol da meia-noite
Autora: Stephenie Meyer
Editora: Intrínseca
Páginas: 736
Nota⭐+🧡


Sinopse

Aguardado há mais de uma década, Sol da meia-noite, novo livro do universo de Crepúsculo, chega ao Brasil em lançamento mundial no dia 4 de agosto

Um dos maiores fenômenos editoriais dos últimos tempos, a saga Crepúsculo narra a icônica história de amor de Bella Swan, uma garota tímida e desastrada, que acaba de mudar de cidade, e Edward Cullen, um rapaz misterioso que esconde um segredo aterrorizante: é um vampiro. Desde a primeira troca de olhares, ele fez tudo para ficar longe dela, mas e se as coisas não tiverem acontecido exatamente assim?

Até agora, os leitores conheceram essa trama inesquecível apenas pelos olhos de Bella. No aguardado Sol da meia-noite, vamos testemunhar o nascimento desse amor pelo olhar de Edward, mergulhando em um universo novo, sombrio e surpreendente, cheio de revelações.

Conhecer Bella foi o que aconteceu de mais irritante e instigante em todos os anos de Edward como vampiro. À medida que conhecemos detalhes sobre seu passado e a complexidade de seus pensamentos, conseguimos entender por que Bella se tornou o eixo central de uma batalha decisiva em sua vida. Como Edward poderia seguir seu coração se isso significava colocar a amada em perigo? Do que ele seria capaz de abrir mão?

Em Sol da meia-noite, Stephenie Meyer faz um retorno triunfal ao universo de Crepúsculo e nos transporta mais uma vez para Forks, convidando-nos a revisitar cada detalhe dessa história que conquistou milhões de fãs em todo o mundo. Em meio a uma paixão cercada de perigos sobrenaturais, vamos descobrir como Edward encara seus prazeres mais profundos e as consequências devastadoras de um amor proibido e imortal.

Minha opinião


Finalmente, após mais de 10 anos chegou a vez de Edward. Fãs de todo mundo esperavam pelo Sol da Meia Noite e quando todo mundo achou que esse sonho jamais iria se realizar, Stephenie nos surpreende com esse lançamento. Até parece que tínhamos adivinhado, pois cerca de um mês antes do anúncio do novo livro nós lançamos uma Leitura Coletiva da saga Crepúsculo. Sem mais enrolação, vamos à resenha.

Começamos o livro com um Edward muito entendiado, o que é normal, afinal ele está há décadas fazendo a mesma coisa, sem ter nenhuma novidade, até que uma aluna nova chega na escola de Forks, ela tem o cheiro mais gostoso que Edward já sentiu, mas o que mais o deixa intrigado é que ele não consegue ler a mente dela, coisa que nunca foi problema pra ele, já que ele é um vampiro experiente com um dom poderoso.

"Poderia um coração congelado e morto voltar a bater? Parecia que o meu estava prestes a fazê-lo."

No início, Edward tenta de todas as formas se manter longe de Bella, afinal de contas, nada de bom poderia resultar de uma aproximação, mas ele percebe que está perdidamente apaixonado por Bella e todos os seus mistérios.

Sol da Meia-noite é um livro mais maduro, já que Edward tem mais de 100 anos, então não temos o mesmo tom de escrita dos outros livros narrados por Bella, até porque o sexo do narrador também muda.

É incrível ver como, mesmo tendo uma aparência perfeita, Edward sofre das inseguranças que assolam a maioria dos humanos, visto que ele não sabia o que Bella sentia por ele e até mesmo chegando ao ponto de pensar que ela iria achá-lo repulsivo.

É lindo saber como Edward enxerga Bella, sempre reforçando suas qualidades, sempre pensando em como ela é inteligente, altruísta e bonita, ele sempre está querendo ser alguém melhor pra merecer o amor dela. Pelo olhar de Edward, eu passei a gostar ainda mais da Bella, já que ela não fala sobre suas qualidades pois é muito insegura para poder ver as coisas boas que tem. Então esqueçam aquela Bella sem graça dos filmes. Sem contar que a Bella do filme já é bem diferente da Bella dos livros e em Sol da meia-noite isso fica ainda mais evidente, porque obviamente nenhuma pessoa se vê com os mesmos olhos que alguém que a ama a vê. Isso acontece na vida real.

Como conhecemos mais de Bella, é possível entender melhor sua mente e seus gostos apesar de Edward não lê sua mente porque Edward também é muito perceptivo. Toda aquela conversa deles em Crepúsculo arrancando detalhes da vida dela em troca de respostas dele, traz muitos mais detalhes sobre Bella que renderá certamente um outro post de curiosidades como o que já postamos sobre a saga.

"O cheiro dela queimou em minha garganta, e fiquei feliz. Essa dor significava que ela estava viva. Enquanto eu queimasse, ela estaria em segurança."

É muito interessante estar dentro da mente de Edward, pois não conhecemos apenas seus pensamentos, também podemos ver o que as outras pessoas pensam quando ele usa seu dom, então temos uma visão muito ampliada do que acontece ao redor. Inclusive isso evidencia a inveja de Jessica, o ciúme de Rosalie e a bondade de Angela.

Outro ponto do alto do livro é ficar mais perto dos Cullen e descobrir coisas novas da história deles, que nos livros narrados pela Bella não temos acesso. Nesse livro podemos acompanhar o lado mais vampiresco deles e é lindo poder ver a relação de Edward e Alice, como eles realmente parecem irmãos, mas a relação que mais me comoveu é a que Edward tem com a Esme, como ela realmente o trata, como se fosse um filho, a relação dele com Emmett também é muito legal de acompanhar. Tem um momento que os dois interagem pra ajudar Angela que simplesmente lemos com um sorriso no rosto.

É lindo de ver como Edward enxerga Carlisle como um pai e o admira. Sobre Rosalie e Jasper, não temos tanto aprofundamento, já que Jasper ainda não é tão experiente no estilo de vida adotado pelos Cullen e Rosalie se mantém afastada porque não gosta de Bella.

"Era estranho ver tudo que eu não entendia antes de Bella surgir em minha vida. Ela me transformara mais do que eu achava possível mudar sem deixar de ser eu mesmo."

Outra coisa que eu gostei muito de acompanhar foi o entusiasmo da Alice com a expectativa de ser amiga de Bella, ali ficou ainda mais claro que Edward não era o único a amar a garota. Uma grata surpresa foi saber como Emmett se sente em relação a Bella, ele gosta dela logo de cara e é um sentimento muito sincero, do tipo que sabemos que se fosse preciso, ele lutaria por ela. Esme também tem um sentimento muito forte por Bella, já que ela vê como a garota faz Edward feliz.

A única coisa que eu achei que pode ser um ponto negativo no livro é o fato de contar apenas os acontecimentos de Crepúsculo, pelo número de páginas eu achei que seria a visão de todos os livros, me decepcionei um pouco com isso, já que eu queria muito saber o que o Edward ficou fazendo depois que abandona a Bella em Lua Nova e também queria ter a visão dele dos acontecimentos de Eclipse, já que é considerado por muitos o melhor livro da saga e claro, ver como foi para Edward aquele final de Amanhecer. Mas dentro da proposta que Stephenie nos ofereceu, o livro com certeza virou favorito.

Por Amanda Rocha e Priscila Biancardi

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Resenha: Branca dos mortos e os sete zumbis e outros contos macabros - Fábio Yabu

Livro: Branca dos mortos e os sete zumbis e outros contos macabros
Autor: Fábio Yabu
Editora: Globo
Páginas: 200
Nota⭐+🧡


Sinopse

“Branca dos Mortos e os Sete Zumbis” é o conto que abre o livro de mesmo nome pelo atormentado Abu Fobiya. Tal qual a caixa de pandora, uma vez abertas as páginas deste tomo macabro espalharão pesadelos e sortilégios ao redor do mundo.


Minha opinião

“Você acredita em contos de fadas? Alguma coisa me diz que até o final deste livro você passará a acreditar”.

É com essas palavras de Eduardo Spohr que iniciamos a leitura do livro. Em Branca dos mortos e os sete zumbis vemos os contos de fadas como nunca vimos antes. 

Fábio Yabu pegou todos os contos de fadas de nossa infância e contou de um jeito bem diferente e macabro, por tanto não espere finais felizes. Como o livro tem vários contos vou falar sobre os três que eu mais gostei.

“Foi quando ouviu um ronco atrás de si. Virou-se, procurando pelo predador, que pello som não seria menor do que um javali. Mas nada viu. Do outro lado, ouviu uma risada maligna. E, enfim, um espirro. Pela primeira vez, ele não era caçador, nem caça. Era uma banquete.”

Branca dos mortos e os sete zumbis: O conto que dá nome a este livro é um dos mais macabros, o início da narrativa é parecido com a história que conhecemos sobre Branca de neve, mas no decorrer da história vamos tomando conhecimento de sete criaturas ávidas dos carne humana. Branca de Neve se vê perdida na floresta, não tem conhecimento dos perigos que rondam aquele lugar, quando encontra um pequena casa acha que está segura e que seus problemas estão acabados, ela não poderia estar mais enganada, seus problemas apenas começaram.

Cindehella e o sapatinho infernal: Assim como em Branca de Neve e os sete zumbis, esse conto se inicia parecido com a clássica história da Cinderela, mas tudo toma um rumo diferente quando Cindehella encontra uma fada maldi… madrinha meio esquisita que realiza seu desejo de poder ir ao baile conhecer o Príncipe, mas no baile acontecerá um banho de sangue e Cindehella fará coisas horrendas para ninguém pensar que ela teve algo a ver com aquilo, se é que teve.

“Sem nenhuma lembrança do que ocorrera durante as doze badalas, Cindehella se levantou e correu em direção à porta. Sentiu o peso do vestido, então encharcado de sangue, atrasá-la. Continuou sua fuga enquanto rasgava as roupas, guiada pelo nojo e pelo instinto de sobrevivência”

Samarapunzel: Mais uma vez temos a familiar história clássica no início, dessa vez com Rapunzel. Um dia, quando a bela moça está presa na torre super alta, um Príncipe sobe pelos seus longos cabelos, Rapunzel que nunca vira nada fora da torre rapidamente fica curiosa com aquele homem, e o Príncipe como não é bobo nem nada, já notou a beleza da moça, então rapidamente dá um jeito de a seduzir, mas essa atitude dará frutos e o fruto dessa união causará catástrofes inimagináveis.

Além desses contos teve histórias baseados em clássicos como "João e Maria", "Pinóquio", "A vendedora de fósforos" e muitos outros. Fábio Yabu foi simplesmente genial já construção desse cenário, ela consegue ligar os pontos de tal forma que no final uma coisa se liga a outra. O livro tem a escrita muito fluída e ritmo acelerado que nos permite terminar o livro em algumas horas.

Você pode adquiri-lo aqui.

Por Priscila Biancardi

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Resenha: O livro dos Baltimore - Joël Dicker

Livro: O livro dos Baltimore
Autor: Joël Dicker
Editora: Intrínseca
Páginas: 416
Nota:


Sinopse

O novo livro do autor de A verdade sobre o caso Harry Quebert

Marcus Goldman teve uma juventude inesquecível em Baltimore, ao lado dos primos e dos tios, a parte bem-sucedida de sua família e que ele tanto admirava. Mas a felicidade aparente não condizia com a realidade e o dia do Drama marcou o destino fatídico e inesperado de todos aqueles que ele mais amava.

Oito anos depois, Marcus ainda tenta montar o quebra-cabeça do Drama, lidar com as consequências e entender o que aconteceu. Desencavando o passado, reacendendo paixões e desvendando mistérios, ele decide escrever o próximo romance sobre sua família, numa tentativa de se libertar de antigos ressentimentos e redimir aqueles que foram punidos pelos infortúnios da vida.

Rivalidade, traição, sucesso, paixão e inveja: abordando temas presentes na vida de todos nós, Joël Dicker constrói brilhantemente o retrato de uma juventude, destacando a força do destino e a fragilidade de nossas maiores conquistas.

Neste livro, Joël Dicker revisita seu mais emblemático personagem, Marcus Goldman, protagonista de A verdade sobre o caso Harry Quebert, best-seller mundial.

O autor, que foi um dos destaques no Brasil da Flip de 2014, venceu o Grande Prêmio de Romance da Academia Francesa e o Prêmio Goncourt des Lycéens, além do Prêmio dos Escritores de Genebra.


Minha opinião

Essa foi minha primeira experiência com Joël Dicker. Quem me recomendou o autor foi Priscila, que leu juntamente comigo esse livro, mas já havia lido outro livro do autor: O desaparecimento de Stephanie Mailer.

Neste livro, conhecemos Marcus, um escritor que recentemente mudou de casa e está tentando escrever seu novo livro. Ele prontamente faz amizade com seu vizinho que busca sempre incentivá-lo a não deixar o livro de lado.

Mas como que por do destino, um cachorro desaparecido traz um elemento importante de seu passado de volta e as lembranças de momentos felizes e outros não tão felizes vem à tona.

Prontamente Joël nos introduz ao plot principal do livro: o Drama. Nos deixando extremamente curiosos para saber o que de fato aconteceu e qual é o papel de Marcus nele.

O autor suíço sabe muito bem sustentar o mistério e segurar o leitor. Joël tem uma escrita agradável e nenhum detalhe que adiciona a trama é em vão. Ele faz com que nos apeguemos aos personagens, tem o dom de falar sobre temas importantes envolvidos na infância como bullying, superproteção, rejeição, luto, entre outros temas até na fase adulta, e quando montamos o quebra cabeça final entendemos que cada mínimo detalhe foi necessário para a construção do plot principal.

O livro é intercalado entre passado e futuro e podemos acompanhar como a maturidade de uma pessoa interfere em sua visão sobre o mundo. O menino Marcus faz parte da família Goldman de Montclair e passa o tempo todo deslumbrado com os Goldman de Baltimore, mas ao crescer ele perceberá que nem tudo são flores.

Joël consegue entregar importância até para papeis vistos mais como secundários, e embora esse seja um livro que traga o mesmo personagem de A verdade sobre o caso Harry Quebert, é totalmente compreensível sem ter lido o anterior, mas falaremos também sobre esse livro adiante.

O livro dos Baltimore tinha tudo pra ser chato, pelo fato de contar toda a trajetória de uma família, mas não é isso que acontece, a escrita do Joël Dicker é tão boa e cativante que a gente se vê curiosa pra chegar no final e descobrir o que é o Drama e o que a família irá fazer em seguida.

Você pode adquiri-lo aqui.

Por Amanda Rocha e Priscila Biancardi

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De frente com o mal: Marcelo Costa de Andrade - O vampiro de Niterói


No de frente com o mal de hoje vamos falar do Serial Killer brasileiro Marcelo Costa de Andrade.

Nome: Marcelo Costa de Andrade
Nascimento: 02/01/1967
Local: Favela da Rocinha, Rio de Janeiro
Cônjuge: Solteiro


Marcelo Costa de Andrade é um dos mais famosos serial killers brasileiros e ficou conhecido como "O vampiro de Niterói". Marcelo teve uma infância muito infeliz, seus pais se divorciaram e o mandaram para morar com os avós maternos, com os quais ele não tinha muito contato. Marcelo era constantemente chamado de retardado e burro na escola por ter repetido diversas vezes, alegava ver vultos e fantasmas durante a noite e estava sempre com algum ferimento na cabeça provocado por surras, quedas e acidentes. Também demonstrava um sinal de alerta pois nas horas livres, além de nadar e pescar, gostava de matar gatos.



Veja mais sinais de alertas no post especial de Serial Killers.


Depois de 5 anos morando com os avós, sua mãe o buscou para viver com ela, mas as brigas de casais entre a mãe e o padrasto eram constantes e eles acabaram se divorciando, e mais uma vez, Marcelo fez as malas para morar com o pai, a madrasta e os filhos deles. As brigas se fizeram presentes entre eles, na maioria das vezes o motivo delas era Marcelo. O menino era esquisito, ria à toa e não fazia amigos. Todas essas mudanças atrapalhavam em seu desempenho escolar e socialização, sendo assim, decidiram colocá-lo em um colégio interno, de onde ele acabou fugindo.

Sua mãe sempre foi muito calma e permissiva, e Marcelo estava acostumado a passar longos períodos fora de casa, e foi assim que conheceu a prostituição. Aos 13 anos, ouviu falar da Cinelândia e por achar o nome parecido com Disneylândia, resolveu se mudar para lá aos 13 anos e fazer somente visitas a sua mãe. Passou diversas vezes pela Febem e Funabem, pois juntava dinheiro da prostituição nas ruas do Rio para fazer viagens, ia viajando, pegando caronas e quando o dinheiro acabava procurava uma instituição para levá-lo de volta ao Rio de Janeiro, e de lá fugia e recomeçava o ciclo.

Chegou a ter um relacionamento longo com um homem mais velho, mas após a mudança dele para Salvador sem nem mencionar a possibilidade de levar Marcelo junto, ele voltou a morar com a mãe em Itaboraí, tentou trabalhar, embora constantemente mudasse de trabalho, e se filiou à Igreja Universal do Reino de Deus.

Em 1991, aos 24 anos, Marcelo começou a matar. Seu modus operandi era pensado no que viveu: escolhia meninos de rua, cujos pais dificilmente sentiriam falta ou demorariam para sentir falta e os atraia com doces, comida e promessas de dinheiro em troca de favores. Suas vítimas tinham entre 5 e 13 anos.

Não tinha uma maneira específica de matar, às vezes asfixiava, outras esmagava a cabeça da vítima e uma vez chegou a decapitar um dos garotos, mas sempre os estuprava. Em alguns casos, ameaçava o garoto para conseguir sexo oral e chegou a cometer necrofilia, além de retornar algumas vezes para ver o corpo morto e se masturbar olhando no rosto da vítima.

Gostava também de guardar as bermudas da vítima como uma espécie de troféu e o apelido de vampiro de Niterói se deu porque às vezes bebia o sangue das vítimas pois alegava que as crianças eram puras e iriam para o céu, ele estava as mandando para o céu e o sangue delas renovava, o tornava bonito como elas.

Nessa época, o sistema da polícia ainda não era informatizado, então demoraram a perceber a ligação entre os casos. Após o surgimento de um menino sobrevivente em busca de seu irmão que foi aliciado juntamente com ele e não sobreviveu, é que todos os casos foram ligados. O menino ajudou a encontrar o local de trabalho de Marcelo e ele, com muita frieza, confessou todos os crimes. Marcelo matou no total 13 meninos e confessou ter matado um 14° quando viajou para Belo Horizonte, no entanto a investigação permanece sem resultado.

Marcelo foi considerado uma pessoa com traços psicopáticos, além de diagnosticado com deficiente mental, esquizofrênico e portador de distúrbios comportamentais (perversão de conduta) oriundos da oligofrenia + psicopatia, e por isso foi isento de pena pelos crimes e a medida de segurança tomada para mantê-lo longe das ruas foi a internação por tempo indeterminado.

Ficou internado no Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico Heitor Carrilho no Rio de Janeiro até que fugiu em 1997, sendo recapturado no Ceará menos de duas semanas depois. Em 2003 foi transferido para Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico Henrique Roxo, em Niterói, onde permanece internado até hoje, com 53 anos.

O menino que ajudou a prender Marcelo, infelizmente, faleceu um tempo depois de leucemia.


Fonte de pesquisa

Livro Made in Brazil (Arquivos Serial Killers) da autora Ilana Casoy.
Episódio de Instinto Assassino da Discovery: O vampiro de Niterói.


Para saber mais sobre o serial killer:

Livro Made in Brazil (Arquivos Serial Killers) da autora Ilana Casoy.
Livro Assassinos Seriais – o poder da sideração e do superego arcaico da psicóloga Marcela Monteiro.
Episódio de Instinto Assassino da Discovery: O vampiro de Niterói.


Glossário:

Serial Killer: Assassino em série.
Modus operandi: Modo de operação; como o indivíduo atua.
Oligrofenia
é uma doença que consiste numa deficiência mental ocasionada pela interrupção do desenvolvimento normal do sistema nervoso central, durante o período da gestação ou mesmo após o nascimento, o que pode se prolongar até os dezoito anos de idade. A oligofrenia é uma doença que pode ser de origem hereditária, ou ser adquirida precocemente e que afeta o sistema nervoso central.
FebemFundação Estadual para o Bem Estar do Menor, atualmente se chama Fundação Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente (Fundação CASA/SP)
FunabemFundação Nacional do Bem Estar do Menor, atualmente se chama Fundação para a Infância e Adolescência - FIA/RJ


Você pode adquirir o livro aqui:

Por Amanda Rocha


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Resenha: O poderoso chefão - Mario Puzo

Livro: O poderoso chefão
Autor: Mario Puzo
Editora: Record
Páginas: 462
Nota:⭐⭐⭐


Sinopse

Clássico que deu origem à premiada trilogia dirigida por Francis Ford Coppola Publicado em 1969, a saga O poderoso chefão é, até hoje, a mais perfeita reconstituição das famílias mafiosas de Nova York. O carismático Don Vito Corleone é o chefão de uma delas. Apesar de implacável, Don Vito é, essencialmente, um homem justo. Padrinho benevolente, nada recusa aos seus afilhados: conselho, dinheiro, vingança e até mesmo a morte de alguém. Em troca, o poderoso chefão pede apenas o respeito e a amizade de seus protegidos. Assim, todas as suas vontades se tornam realidade. Porém, ninguém pode vencer o tempo. Quando seus inimigos atacam juntos e tudo que sua família significa estiver por um fio, o velho Corleone terá de escolher, entre seus filhos, um sucessor à altura. E Mario Puzo constrói de maneira hábil um mundo de intrigas, decisões cruéis e honra, num legado de tradição e sangue.


Minha opinião

Don Vito Corleone é chefe de uma família poderosa e dono de um império, é conhecido por ser um homem generoso, que ajuda quem precisa, seja emprestando dinheiro, uma palavra amiga ou até mesmo matar alguém a pedido de um afilhado, o que ele pede em troca? Apenas o respeito e a amizade de quem ele ajuda.

"A amizade é tudo. A amizade é mais do que talento. É mais do que Governo. É quase igual a família. Jamais se esqueça disso."

Os negócios do Don estão indo bem, ele tem um bom negócio de exportação de azeite, o que faz com que muitas pessoas recorram a ele para pedir que ele invista em seus negócios. Um dia, o chefe da família Tataglia, uma poderosa família, pede que o Don invista com ele em um negócio de narcótico, mas Vito tem um problema com isso e nega o dinheiro, no entanto, um erro é cometido: Sonny, seu filho mais velho, mostra interesse na proposta, o que não passou despercebido por Tataglia, e isso o leva a tentar tirar o Don do caminho para fazer negócio com o filho.

"Há coisas que precisam ser feitas, que fazemos e nunca falamos nelas. Não tentamos justificá-las. Não podem ser justificadas. Apenas as fazemos. Depois as esquecemos."

O poderoso chefão foi o primeiro contato que eu tive com um livro de máfia e tive uma grata surpresa, não imaginei que fosse gostar tanto, o que me levou a pensar em como fazia um julgamento errado desse livro, achei que seria uma história chata e parada, mas muito pelo contrário, a história é cheia de ação, sempre tem alguma coisa acontecendo, o livro tem vários arcos, inclusive a divisão do livro é feita de forma tão inteligente que parece que cada arco é um livro separado. Mario Puzo criou uma trama inteligente e cheia de personagens cativantes, que nos conquistam de tal maneira que ficamos triste quando algum mafioso morre, mas só se for da família Corleone (kkkkk). Nesse caso é bom frisar que o conceito de família não é apenas o Don, seus filhos e esposa, e sim todos que trabalham para ele. Essa é uma história atemporal, que merece ser lida e bom, se você não ler eu vou ter que te fazer uma proposta que você não poderá recusar.

O clássico ganhou ainda mais fama após ser adaptado para o cinema por Francis Ford Coppola e estrelado por Marlon Brandon e Al Pacino, e no segundo filme temos ainda Robert De Niro.

Por Priscila Biancardi

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