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Resenha: Aconteceu no verão - Thaisa Lima

Conto: Aconteceu no verão
Autora: Thaisa Lima
  Editora: Independente (KDP)
Páginas: 49
Nota:⭐⭐⭐
Conto lido em parceria com a autora

Sinopse

Quanto o passado pode interferir no futuro?

Fernanda precisa se esconder. Um fantasma voltou a atormentá-la e, após receber uma mensagem perturbadora, pegou o mínimo de coisas necessárias e fugiu para Esperança em busca de refúgio na casa de uma amiga.

Samuel precisa conviver com as consequências de suas escolhas. Um simples passeio mudou toda a sua vida, o prendendo em uma cadeira de rodas, e a nova realidade só não virou uma prisão porque ele conseguiu se readaptar.

Suas histórias se cruzam e uma forte paixão surge entre eles. A cadeira de rodas é um obstáculo ou o passado tão presente será o grande vilão da história?

Da mesma autora de Minha Resiliência, Aconteceu no Verão é o quarto e último conto da série As Quatro Estações.


Minha opinião


E chegamos ao último conto da série As quatro estações da autora Thaisa Lima.😭

Nesse conto iremos saber um pouco mais sobre a Fernanda. Quem leu a resenha de Aconteceu no Inverno sabe que ele se tornou um dos meus favoritos e a Fernanda é um dos motivos para tal.

Aqui descobrimos que Fernanda tem um segredo. Segredo que a magoa muito e que se sente tão envergonhada e machucada a ponto de não dividir com ninguém.

Vendo a oportunidade de fugir de seu passado indo visitar sua amiga Tábata em Esperança, ela junta o suficiente em uma mala e parte em busca de uma nova vida.

Ela é super bem recepcionada pela amiga, que percebendo que Fê é muito dedicada e esperta em sua área de programação, a convida para ajudar no desenvolvimento de um aplicativo para vítimas de cyberbullying.

E é assim que ela conhece o outro funcionário de Tábata, o Samuel. Samuel é cadeirante e por isso já ouviu poucas e boas de pessoas preconceituosas.

Duas pessoas machucadas pela história de vida se encontram, mas será que o passado de Fê não pode acabar vindo à tona?

Eu sou suspeita para falar da escrita da Thaisa e como essa série me cativou. Os contos são recheados de representatividade e temas polêmicos: gorda, negra, viúvos, idosa, cadeirante, violência doméstica, cyberbullying... E acho que isso que deixa os contos ainda mais especiais porque são temas que gosto de ler. Tornam tudo mais real. Sem contar o equilíbrio perfeito entre romance e drama.

Por ora, fica a saudade e a raiva de um final aberto (ai ai ai, Thaisa), mas mal posso esperar pelos 4 romances que sairão dando continuidade a cada conto.

Você pode adquirir o conto aqui ou o box As Quatro Estações com os 4 contos aqui.

Por Amanda Rocha

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Resenha: A menina de vidro - Jodi Picoult

Livro: A menina de vidro
Autor: Jodi Picoult
  Editora: Verus
Páginas: 532
Nota: 


Sinopse

Até onde você iria para garantir o futuro de um filho?Quando Willow nasce com osteogênese imperfeita, uma doença grave que a faz ter ossos extremamente frágeis, seus pais, Charlotte e Sean, ficam arrasados – a menina vai sofrer centenas de fraturas ao longo de sua existência e ter uma vida de dor. Se ela casualmente tropeçar e cair, pode ter uma fratura exposta e passar os seis meses seguintes numa tala ortopédica que envolve metade de seu corpo e a impede de andar. Depois de anos de cuidados constantes com Willow, sua família está à beira da falência. Até que uma dupla de advogados oferece a Charlotte uma oportunidade de salvação: processar sua obstetra por nascimento indevido – ou seja, por não ter diagnosticado a doença de Willow cedo o bastante para que sua mãe pudesse optar por um aborto. A indenização pode assegurar a Willow um futuro tranquilo, mas para consegui-la Charlotte tem que processar a dra. Piper Reece, sua obstetra e melhor amiga – e afirmar perante o júri que gostaria que sua filha nunca tivesse nascido...Profundamente tocante, A menina de vidro nos leva ao coração de uma família ligada pela tragédia, pela vontade desesperada de impedir que seus laços de rompam e, acima de tudo, pela imensa capacidade de amar. Com a graça e a sabedoria que a tornaram famosa, Jodi Picoult nos oferece neste livro uma história inesquecível sobre a fragilidade da vida e até onde estamos dispostos a ir para protegê-la.


Minha opinião

Willow nasceu com uma rara doença que deixa seus ossos muito fracos, e qualquer queda pode resultar em meses com um gesso e sem a possibilidade de andar.

Como todo doença rara, esta também é muito cara para tratar e não estamos falando de uma família rica aqui, então as contas são muito mais altas do que eles podem pagar. Diante disso, a família de Willow procura advogados para saber se tem algo que possam fazer. Eles aconselham que a mãe - Charlotte - da menina processe a obstetra que não foi capaz de detectar a doença cedo o suficiente para a mãe optar por um aborto. O problema é que a obstetra é sua melhor amiga.

Agora Charlotte precisa escolher se quer processar sua médica e melhor amiga, para assim conseguir a indenização que pode garantir para sua filha um futuro confortável ou se quer continuar recebendo as contar sem ter como pagar. Se optar pela primeira opção, Charlotte também terá que dizer em um tribunal que se pudesse teria abortado a filha.

Jodi Picoult é mestre em mexer com nossas emoções, além do arco principal, existem vários outros dramas que rondam essa história. A capacidade da autora de mexer com nossos sentimentos é incrível, em vários momentos eu me vi prendendo a respiração esperando qual seria o próximo passo. A menina de vidro trata de drama familiar, escolhas e sacrifícios. Recomendo ler com uma caixa de lenços do lado.

Você pode adquiri-lo aqui.

Por Priscila Biancardi

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Resenha: SonetIMAGEM - Eduardo Maciel

Livro: SonetIMAGEM
Autor: Eduardo Maciel
  Editora: Autografia
Páginas: 206
Nota: 
Livro gentilmente cedido pelo autor


Sinopse

SonetIMAGEM é o segundo livro de uma série de sete livros dedicados ao resgate cultural dos sonetos na literatura brasileira, em suas mais diferentes formas de concepção já catalogadas, e o primeiro onde se busca a interconexão entre sonetos e outras linguagens da arte.


Nessa obra se busca interpretar o conteúdo dos textos dos poemas através de imagens e fotografias, buscando o autor tornar ainda mais lúdica a experiência poética.
Numa atualidade onde imagens parecem ter cada vez mais relevância, nessa obra busco promover o casamento de letras com fotos, e convido o leitor a fazer tantas associações quanto forem possíveis entre o que escrevo e cenas de seu cotidiano, para fazer fecundo esse casamento, que pode gerar infinitos filhos, usando o eu-lírico como aliança de compromisso.

Embarquem comigo nessa grande viagem rumo ao infinito, ainda que finita seja a percepção de um frame.


Minha opinião

SonetIMAGEM é a continuação do livro SonetAto do autor Eduardo Maciel e conta com 50 sonetos.


O poema "Lágrimas de Favela" do poeta Davi Noronha Araújo Maranhão como introdução, já determina de forma emocionante e reflexiva o tom que o livro terá.


SonetIMAGEM é um livro muito bem pensado. Todos os sonetos são iniciados com fotografias tiradas pelo autor ou imagens escolhidas pelo mesmo que conversam perfeitamente com a obra.

Foi interessante poder fazer uma verdadeira viagem sem sair do lugar nessa quarentena. Ver e ler sobre alguns rostos, corpos, locais e objetos desconhecidos imaginando a história por traz de cada foto além dos sonetos atrelados a elas.

Os sonetos falam sobre temas cotidianos e revelam sobre a personalidade e vida do autor. E assim seguindo o tema cotidiano, o autor se preocupa em manter uma linguagem condizente.

O livro é também uma verdadeira aula, visto que no início de cada soneto, o autor se preocupou em dizer qual tipo de soneto traz.

Em alguns sonetos é possível ver a parte crítica do autor aflorando, e ele o faz sem rodeios, o que rende até risadas como no soneto "Cardápio" onde faz duras críticas sobre a relação do ser humano com a tecnologia e em "Moda Chinesa" que fala sobre filhos que pedem um irmãozinho.

Os sonetos que mais me agradaram e merecem menção honrosa nessa resenha foram: Cardápio, Self portrait, Resistência, Moda Chinesa, Lápide, O poder das palavras, Sino da Paz, Ciclos, Violência, Batuta, Superação, Jogo da vida, Recomeço, Rio de Janeiro.

"Dizem que a vida é montanha-russa
Mas é salto de paraquedas
Não tem frio na barriga na queda
Só o medo de cair sem parar nunca".

Você pode adquiri-lo aqui.

Por Amanda Rocha


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Resenha: A culpa é das estrelas - John Green

Livro: A culpa é das estrelas
Autor: John Green
  Editora: Intrínseca
Páginas: 288
Nota: 


Sinopse

Hazel foi diagnosticada com câncer aos treze anos e agora, aos dezesseis, sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões. Ela sabe que sua doença é terminal e passa os dias vendo tevê e lendo Uma aflição imperial, livro cujo autor deixou muitas perguntas sem resposta. Essa era sua rotina até ela conhecer Augustus Waters, um jovem de dezessete anos que perdeu uma perna devido a um osteosarcoma, em um Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Como Hazel, Gus é inteligente, tem senso de humor e gosta de ironizar os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas. Com a ajuda de uma instituição que se dedica a realizar o último desejo de crianças doentes, eles embarcam para Amsterdã para procurar Peter Van Houten, o autor de Uma aflição imperial, em busca das respostas que desejam.

Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, A culpa é das estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar.


Minha opinião


Hazel tem câncer desde os treze anos, mas consegue ter uma vida normal dentro do possível graças a uma droga super poderosa. Agora com dezesseis anos, resolveu frequentar um grupo onde outros jovens com câncer vão para poder contar suas experiências e é assim que ela conhece Gus.

"Nem todo mundo que chega na sua vida, vem com a intenção de ficar. Da mesma forma, que nem todos os que se foram, queriam partir."


Gus e Hazel dividem experiências parecidas, então acabam se aproximando, quando se vê apaixonada por Gus, Hazel resolve apresentar a ele o seu livro favorito que se chama “Uma aflição imperial” e revela que esse livro levantou muitas questões que a fizeram mandar cartas para o autor, mas nunca foram respondidas. Com a ajuda de uma instituição que se dedica a realizar o último desejo de crianças doentes, Gus consegue ir com Hazel para Amsterdã em busca de Peter Van Houten o autor de “Uma aflição imperial”.

"É, não podemos escolher se seremos feridos ou não. Mas podemos escolher quem nos ferirá…"

Esse foi um dos primeiros livros que li quando iniciei a minha vida literária, então eu tenho um carinho enorme por ele. Esse livro tem uma carga emocional muito grande, o jeito que o John Green aborda o câncer é super sensível, ele não dá foco somente a doença ou ao romance, o foco principal nesse livro é o companheirismo, eu já disse isso antes e vou dizer novamente, John Green é um dos poucos escritores que sabe escrever sobre adolescente sem ser chato.

"Mas todo mundo deveria ter um amor verdadeiro, que deveria durar pelo menos até o fim da vida de pessoa."

A culpa é das estrelas é um livro cheio de emoção e ensinamentos, com personagens carismáticos e que é impossível que não se apaixonar, inclusive o Gus é meu crush literário até hoje haha. Vocês já devem estar carecas de ver resenhas sobre esse livro, mas como tem muita gente que ainda não leu é a minha obrigação espalhar a palavra desse livro haha.

Okay?
Okay.

Você pode adquiri-lo aqui.

Por Priscila Biancardi

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Resenha: Crepúsculo - Stephenie Meyer

Livro: Crepúsculo
Autora: Stephenie Meyer
  Editora: Intrínseca
Páginas: 480
Nota: 


Sinopse

Crepúsculo poderia ser uma história comum, não fosse um elemento irresistível: o objeto da paixão da protagonista é um vampiro. Assim, soma-se à paixão um perigo sobrenatural temperado com muito suspense, e o resultado é uma leitura de tirar o fôlego. Um romance repleto das angústias e incertezas da juventude - o arrebatamento, a atração, a ansiedade que antecede cada palavra, cada gesto, e todos os medos.

Isabella Swan chega à nublada e chuvosa cidadezinha de Forks - último lugar onde gostaria de viver. Tenta se adaptar à vida provinciana na qual aparentemente todos se conhecem, lidar com sua constrangedora falta de coordenação motora e se habituar a morar com um pai com quem nunca conviveu. Em seu destino está Edward Cullen.

Lindo, perfeito, misterioso ele é à primeira vista, hostil à presença de Bella - o que provoca nela uma inquietação desconcertante. Ela se apaixona. Ele, no melhor estilo "amor proibido", alerta: Sou um risco para você. Ela é uma garota incomum. Ele é um vampiro. Ela precisa aprender a controlar seu corpo quando ele a toca. Ele, a controlar sua sede pelo sangue dela. Em meio a descobertas e sobressaltos, Edward é, sim, perigoso: um perigo que qualquer mulher escolheria correr.

Nesse universo fantasioso, os personagens construídos por Stephenie Meyer - humanos ou não - se mostram de tal forma familiares em seus dilemas e em seu comportamento que o sobrenatural parece real. Meyer torna perfeitamente plausível - e irresistível - a paixão de uma garota de 17 anos por um vampiro encantador.

Com direitos vendidos para mais de 40 países e para o cinema, Crepúsculo chegou às telas em 2008, em filme assinado pelos produtores de O Diabo Veste Prada, protagonizado por Robert Pattinson e Kristen Stewart e dirigido por Catherine Hardwicke.


Minha opinião

Lembro que quando eu era mais nova eu falei que era ridículo o cara maravilhoso se apaixonar pela sem graça. Eu não poderia ter feito uma avaliação mais rasa e burra. Bella não é sem graça. Sua beleza pode ser comum, mas apesar dela ser desastrada, é divertida e inteligente.

O interesse de Bella por Edward, e vice-versa, se inicia porque ambos ficam intrigados. Bella primeiro vê a família Cullen mais isolada, como se não tivessem se encaixado ali no cenário da escola, assim como ela ainda se sente deslocada por ter acabado de chegar.

Depois ela fica intrigada com a reação de Edward. Já Edward fica intrigado com o fato de não conseguir saber nada sobre Bella já que não a consegue ler. Então a paixão vai bem além da beleza e não poderia ser um par melhor, porque assim Bella não se sente mal porque sabemos que existem as mentiras boas. Imagina mentir que quer fazer algo pra não magoar alguém, tipo ver um filme que não gosta, e a pessoa lê e saber que você não está afim. Bella não precisa se preocupar o tempo todo sobre Edward saber seus pensamentos e Edward não fica o tempo todo lendo a mente dela. Deve ser um pouco desesperador manter uma relação com quem você sabe o que está pensando.

"Não é para ser assim? A glória do primeiro amor, essas coisas. É inacreditável não é, a diferença entre ler sobre uma coisa, vê-la em fotos e experimentá-la? "

Seria estúpida se dissesse que não acredito na possibilidade de ter devoção por quem se ama e um medo constante de perder a pessoa amada pra morte. O sentimento de devoção que vejo de Edward por Bella é semelhante ao de Eric Draven por Shelly em O corvo.

E a Bella pode se sentir menos que o Edward, afinal ele tem uma beleza estonteante, Bella nunca namorou e que adolescente não tem problemas de autoestima? E não vou dizer que Bella não me irritou em alguns momentos que pareceu colocar o amor por Edward acima da preocupação com os pais, mas depois ela mesmo prova que apesar de parecer colocar Edward em primeiro lugar, nada importa mais que a segurança de seus pais.

Algumas pessoas acham que o problema nesse livro é a obsessão, eu discordo. Acho o amor de Edward até bem altruísta. A todo momento ele fica pensando em quanto se encanta por Bella mas preferia ser infeliz longe dela que colocar a segurança dela em risco e só cede porque vê que ele é capaz de a manter segura.

Devo ressaltar que Crepúsculo envelheceu muito bem. As referências à cultura pop se mantém bem atuais. E eu simplesmente dei um berro com uma referência à Batman visto que o Robert Pattinson, que interpretou o Edward nos cinemas, agora viverá o Batman nas telonas.

Eu amei reler a obra e mal posso esperar pelas próximas. E eu consigo entender perfeitamente quem não gosta da obra por ter conhecido primeiro os filmes e não ter dado uma chance ou já começar a ler com uma expectativa baixa. Os filmes não fazem jus à grandiosidade da saga Crepúsculo, seja por falta de detalhes por meio do roteiro ou por problemas de atuação e direção.

E sobre o fato dos vampiros brilharem? Ai, gente, que reclamação mais anos 2000. Esse é um livro de romance com pitadas de fantasia e a saga foi feita com base em um sonho que Stephenie Meyer teve e honestamente, quantas origens e comportamentos diferentes para zumbis existem? Por que reclamar de uma característica assim em vampiros?

Essa é sem dúvidas minha saga favorita e pela qual tenho um carinho muito grande mesmo depois de tanto tempo. Estou aqui super ansiosa pela chegada de Sol da meia noite que foi anunciada para Agosto desse ano e essa releitura não poderia ter vindo em melhor hora!

Vocês gostaria de um comparativo filme X livro? Me conta aí nos comentários.

Você pode adquirir os livros aqui.

Por Amanda Cullen, digo, Rocha


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Resenha: À espera de um milagre - Stephen King

Livro: À espera de um milagre
Autor: Stephen King
  Editora: Suma
Páginas: 400
Nota: 


Sinopse

Bem-vindos à Penitenciária Cold Mountain, lar de um grupo de assassinos que esperam sua vez de andar pelo corredor da morte rumo à cadeira elétrica.

Ambientado nos anos 1930, durante a Depressão da economia americana, em um cenário de desespero, À espera de um milagre traz a história do condenado John Coffey e sua relação com o guarda penitenciário Paul Edgecombe. Edgecombe já viu muitas coisas bizarras durante a carreira, mas John Coffey – um gigante com mente de criança – é uma das figuras mais estranhas que já conheceu. Acusado de estuprar e matar brutalmente duas garotas, seria o homem a encarnação do mal? Ou algo completamente diferente? O guarda está prestes a descobrir verdades terríveis e assombrosas que desafiarão todas as suas crenças.

Originalmente publicado em seis partes, com o título de O corredor da morte, o romance é agora lançado em volume único À espera de um milagre. Nas telas, o diretor Frank Darabont recriou a história magistral de King, com Tom Hanks interpretando o guarda Edgecombe.



Minha opinião


Paul Edgecombe é chefe da guarda do corredor da morte na penitenciária Cold Mountain e está passando pela pior infecção urinária que já enfrentou na vida.

Um crime chocante foi cometido, duas meninas foram estupradas e assassinadas e claro que o assassino foi parar no bloco que Paul toma conta, conhecido como "o corredor verde", o corredor da morte.

“Aceitar sem questionar que cada coisa tem um tempo certo para acontecer é ter Fé!”

O assassino é John Coffey, um homem negro alto, com mais de dois metros de altura e forte como um touro, ao olhar pra ele fica claro que poderia ter matado as meninas como se fossem bonecas de pano, apesar de seu jeito de criança. Paul está acostumado a olhar todos os dias para a face do mal, mas quando John Coffey ajuda Paul com seu problema urinário ele começa a questionar se realmente pegaram o homem certo.

O livro originalmente foi publicado em seis partes por uma revista e traz uma história emocionante e com uma mensagem muito importante. King nos apresenta, como sempre, personagens cativantes e bem construídos, além de um enredo impecável. Stephen King mais uma vez provou que merece o título de um dos mais importantes escritores da atualidade, apesar do livro ter sido escrito nos anos 90.

“Acha que se alguém realmente se arrepender do que fez talvez, volte à época mais feliz de sua vida e viva lá pra sempre?”

À espera de um milagre foi o 36° livro que li do King e entrou facilmente para o meu top 10. 

Existe uma adaptação, também dos anos 90, que tenho a obrigação de dizer que foi uma das melhores adaptações que já assisti na vida.

Você pode adquiri-lo aqui.

Por Priscila Biancardi

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