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Resenha: À espera de um milagre - Stephen King

Livro: À espera de um milagre
Autor: Stephen King
  Editora: Suma
Páginas: 400
Nota: 


Sinopse

Bem-vindos à Penitenciária Cold Mountain, lar de um grupo de assassinos que esperam sua vez de andar pelo corredor da morte rumo à cadeira elétrica.

Ambientado nos anos 1930, durante a Depressão da economia americana, em um cenário de desespero, À espera de um milagre traz a história do condenado John Coffey e sua relação com o guarda penitenciário Paul Edgecombe. Edgecombe já viu muitas coisas bizarras durante a carreira, mas John Coffey – um gigante com mente de criança – é uma das figuras mais estranhas que já conheceu. Acusado de estuprar e matar brutalmente duas garotas, seria o homem a encarnação do mal? Ou algo completamente diferente? O guarda está prestes a descobrir verdades terríveis e assombrosas que desafiarão todas as suas crenças.

Originalmente publicado em seis partes, com o título de O corredor da morte, o romance é agora lançado em volume único À espera de um milagre. Nas telas, o diretor Frank Darabont recriou a história magistral de King, com Tom Hanks interpretando o guarda Edgecombe.



Minha opinião


Paul Edgecombe é chefe da guarda do corredor da morte na penitenciária Cold Mountain e está passando pela pior infecção urinária que já enfrentou na vida.

Um crime chocante foi cometido, duas meninas foram estupradas e assassinadas e claro que o assassino foi parar no bloco que Paul toma conta, conhecido como "o corredor verde", o corredor da morte.

“Aceitar sem questionar que cada coisa tem um tempo certo para acontecer é ter Fé!”

O assassino é John Coffey, um homem negro alto, com mais de dois metros de altura e forte como um touro, ao olhar pra ele fica claro que poderia ter matado as meninas como se fossem bonecas de pano, apesar de seu jeito de criança. Paul está acostumado a olhar todos os dias para a face do mal, mas quando John Coffey ajuda Paul com seu problema urinário ele começa a questionar se realmente pegaram o homem certo.

O livro originalmente foi publicado em seis partes por uma revista e traz uma história emocionante e com uma mensagem muito importante. King nos apresenta, como sempre, personagens cativantes e bem construídos, além de um enredo impecável. Stephen King mais uma vez provou que merece o título de um dos mais importantes escritores da atualidade, apesar do livro ter sido escrito nos anos 90.

“Acha que se alguém realmente se arrepender do que fez talvez, volte à época mais feliz de sua vida e viva lá pra sempre?”

À espera de um milagre foi o 36° livro que li do King e entrou facilmente para o meu top 10. 

Existe uma adaptação, também dos anos 90, que tenho a obrigação de dizer que foi uma das melhores adaptações que já assisti na vida.

Você pode adquiri-lo aqui.

Por Priscila Biancardi

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4 comentários:

  1. Esse tem que entrar para o top 10 de qualquer forma. É um dos meus favoritos também!!
    Assisti primeiro o filme e depois eu li o livro e que obra. Tenho um carinho todo especial.
    Falando nisso ontem eu assisti pela milésima vez e não tem jeito, sempre choro muito.

    bjs

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  2. Acho que já comentei por aqui que King é meu autor preferido. E eu pretendo ler tudo que ele escreveu, mas esse livro com certeza vai ser um do últimos. Explico: esse é um raro caso em que vi o filme antes de ler o livro. E o filme acaba comigo, posso assistir quantas vezes for, que eu choro de soluçar. Imagino que o livro deve ser ainda mais intenso, então não deve ser uma leitura fácil. Lerei, com certeza, mas vou passar várias outras obras do King na frente rs

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  3. Eu vi o filme e li o livro depois, e que história emocionante! Uma adaptação maravilhosa que marcou a indústria cinematográfica. King é maravilhoso, merece todo o reconhecimento pelo grande escritor que é.

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  4. Eu li o livro e vi o filme... gosto mais do filme, porque ao meu ver corrigiu-se alguns erros do livro, assim como em um sonho de liberdade. Gosto do King, mas há alguns pontos nele que eu questiono. Ainda acho a Carrie o melhor dele e pensar que tinha ido para o lixo. rs
    Acho interessante que ele usa seus livros para tratar seus fantasmas mas, talvez essa seja a questão, em algum momento algo se torna maior. Sabe que ele é um dos poucos autores em que eu gosto mais do filme que do livro? E já vi várias críticas dele contra os filmes. Em uma entrevista, ele disse que o Jack Nicholson acabou com o personagem dele e eu pensei. oi? O cara fez o melhor com o pouco que deram a ele. Enfim... autores são figuras eternamente insatisfeitas.

    bacio

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