Resenha: Creepshow - Stephen King, Bernie Wrightson e Jack Kamen

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Graphic novel: Creepshow
Autores: Stephen King, Bernie Wrightson, Jack Kamen
Editora: DarkSide Books
Páginas: 64
Nota: 5/5


Sinopse
É com prazer mórbido que a DarkSide Graphic Novel anuncia o lançamento de Creepshow, a primeira hq escrita pelo autor. Tudo começou em 1982. King juntou forças com outro gênio das sombras, o diretor George A. Romero (A Noite dos Mortos-Vivos), para realizarem um filme inspirado em quadrinhos clássicos dos anos 1950, como Contos da Cripta, da EC Comics. O longa-metragem marcou a estreia de King como roteirista — e, curiosamente, sua segunda aparição como ator. Creepshow (que no Brasil ganhou o subtítulo Show de Horrores) se tornaria um cult movie instantâneo. E no mesmo ano Stephen King quis deixar ainda mais explícita sua homenagem à fonte original. Assim, ele adaptou seu roteiro de cinema para os quadrinhos, contando com a arte do magistral Bernie Wrightson, um dos criadores e primeiro ilustrador de O Monstro do Pântano, e capa de Jack Kamen, autor da EC Comics. A história em quadrinhos era a maneira perfeita para os fãs reviverem todos os pesadelos do filme em casa. Trinta e cinco anos depois, você pode fazer o mesmo — até porque o mais provável é que sua fita vhs já esteja desmagnetizada. Creepshow reúne cinco histórias de arrepiar, duas delas adaptadas de contos que King já havia publicado: “Weeds” e “The Crate”. Usando um decrépito narrador morto-vivo, o autor de It, a Coisa e Torre Negra soube recriar o clima dos gibis malditos que o assustavam quando ainda era um adolescente rebelde no estado do Maine.






Minha opinião

Eu sou uma pessoa que na infância leu um pouco de “Goosebumps” do R.L. Stine e assistiu alguns episódios de “Clube do Terror” na Rede Record e é inevitável começar essa resenha falando isso, pois Creepshow foi como revirar uma caixa de lembranças e despertar minha nostalgia. A graphic novel possui uma arte fantástica e trás cinco contos curtinhos que apesar de deixarem um gostinho de quero mais, já são suficientes para nos deixar pensativos e levemente chocados.
Mentiria ao dizer que é a coisa mais assustadora que já li, mas quem conhece a escrita do Stephen King sabe que o objetivo dele na maioria das vezes não é te deixar tremendo de medo, e sim ativar aquela parte do seu psicológico que questiona “Nossa, que coisa cruel. Como esse cara pensou nisso?”. Então se você curte Graphic Novels, está acostumado com a escrita do King ou simplesmente quer sentir um pouco da nostalgia de Goosebumps + Clube do terror, essa é a indicação certa para você.


Por Amanda Rocha

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