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Resenha: A corrente da vida - Walcyr Carrasco

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Livro: A corrente da vida
Autor: Walcyr Carrasco
Editora: Moderna
Páginas: 104
Nota: 5/5


Sinopse


A corrente da vida é um romance juvenil de autoria de Walcyr Carrasco, publicado em 2003.
Narra a história de Raquel, uma estudante que se aflige ao descobrir que em sua escola existe um estudante, Nel, que é portador do vírus HIV e em quem a AIDS já se manifestou. Ela e um amigo, Marcelo, resolvem ajudar o colega a lutar contra o preconceito, a discriminação e a desinformação, e assim tentando garantir o seu direito de viver em sociedade.






Minha opinião


Esse livro me foi indicado pela Amanda, com o intuito de me tirar da zona de conforto literária, já que eu tinha um pouco de preconceito com esse autor.


O livro aborda um assunto super importante e polêmico que é a AIDS.


Eu já me interessei pelo assunto, pelo fato de nunca ter lido nada a respeito. Uma das lições que o livro nos ensina é a ter empatia com o nosso próximo.


Se você não conhece muito sobre o assunto, o livro, apesar de ser um infanto juvenil, também é muito didático nesse assunto, então é uma leitura que vale muito a pena. Ele tem talento pra isso.


Por Priscila Biancardi


 

 

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Resenha: Com amor, Simon - Becky Albertalli

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Foto por: @raffaellotteryo


Livro: Com amor, Simon
Autora: Becky Albertalli
Editora: Intrínseca
Páginas: 272
Nota: 5/5


Sinopse

Ele não vê problemas em sua orientação sexual, mas rejeita a ideia de ter que ficar dando explicação para as pessoas — afinal, por que só os gays têm que se apresentar ao mundo? Enquanto troca e-mails com um garoto misterioso que se identifica como Blue, Simon vai ter que enfrentar, além de suas dúvidas e inseguranças, uma chantagem inesperada.



Minha opinião

Querido leitor.


Eu sou um romancista de primeira, não posso negar. Topar com Simon VS A agenda Homo Sapiens (atualmente, Com Amor, Simon) foi mais do que uma simples leitura, foi uma experiência.
Simon Spiers é um garoto gay de dezessete anos que vê seu mundo cair quando seus e-mails íntimos e anônimos com Blue são descobertos por Martin, um aluno do colégio, que propõe uma troca de favores (leia-se chantagem) entre os dois, para não ter o segredo revelado, Simon tem que ajudar Martin a conquistar Abby, uma amiga dele. Ter seu grande segredo descoberto e ser chantageado é como um terremoto na vida de Simon, cada olhar, cada indireta, tudo parecia ter um tom de ‘‘Faça o que eu mando, ou...’’.
No meio de todo esse estardalhaço, ainda havia um mistério a saber. Quem é Blue? O garoto anônimo com quem Simon conversa sobre seu dia a dia, sobre seus sentimentos e sobre ‘‘Sair do Armário’’ vai tomando cada vez mais seus pensamentos e sua curiosidade. O grande primeiro encontro dos dois é uma coisa linda de se ler, a primeira troca de olhares, o primeiro toque, o primeiro beijo. Entre momentos tensos das ameaças sutis de Martin e suspiros por Blue, o livro se desenrola de uma maneira leve e solta, o que te faz sofrer quando percebe o final se aproximando.
A atmosfera que envolve o livro é incrível. Estamos acostumados a ver romances héteros à vontade nas prateleiras, mas um romance gay e adolescente é um verdadeiro chute que balança esse padrão. Além de lidar com todas as fases que a adolescência oferece, Simon ainda é consumido pela dúvida de sair ou não do armário, o simples fato de falar que ama o sexo semelhante pode consumir alguém até uma explosão, ou estardalhaço, e a maneira como a autora desenvolve isso é maravilhoso.
Simon VS A agenda Homo Sapiens é um romance adolescente lindo, emocionante e um suporte para todos que guardam algo dentro de si, além de um grito de esperança para um mundo melhor.


Espero que você goste.


Com amor, João.



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Resenha: Creepshow - Stephen King, Bernie Wrightson e Jack Kamen

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Graphic novel: Creepshow
Autores: Stephen King, Bernie Wrightson, Jack Kamen
Editora: DarkSide Books
Páginas: 64
Nota: 5/5


Sinopse
É com prazer mórbido que a DarkSide Graphic Novel anuncia o lançamento de Creepshow, a primeira hq escrita pelo autor. Tudo começou em 1982. King juntou forças com outro gênio das sombras, o diretor George A. Romero (A Noite dos Mortos-Vivos), para realizarem um filme inspirado em quadrinhos clássicos dos anos 1950, como Contos da Cripta, da EC Comics. O longa-metragem marcou a estreia de King como roteirista — e, curiosamente, sua segunda aparição como ator. Creepshow (que no Brasil ganhou o subtítulo Show de Horrores) se tornaria um cult movie instantâneo. E no mesmo ano Stephen King quis deixar ainda mais explícita sua homenagem à fonte original. Assim, ele adaptou seu roteiro de cinema para os quadrinhos, contando com a arte do magistral Bernie Wrightson, um dos criadores e primeiro ilustrador de O Monstro do Pântano, e capa de Jack Kamen, autor da EC Comics. A história em quadrinhos era a maneira perfeita para os fãs reviverem todos os pesadelos do filme em casa. Trinta e cinco anos depois, você pode fazer o mesmo — até porque o mais provável é que sua fita vhs já esteja desmagnetizada. Creepshow reúne cinco histórias de arrepiar, duas delas adaptadas de contos que King já havia publicado: “Weeds” e “The Crate”. Usando um decrépito narrador morto-vivo, o autor de It, a Coisa e Torre Negra soube recriar o clima dos gibis malditos que o assustavam quando ainda era um adolescente rebelde no estado do Maine.






Minha opinião

Eu sou uma pessoa que na infância leu um pouco de “Goosebumps” do R.L. Stine e assistiu alguns episódios de “Clube do Terror” na Rede Record e é inevitável começar essa resenha falando isso, pois Creepshow foi como revirar uma caixa de lembranças e despertar minha nostalgia. A graphic novel possui uma arte fantástica e trás cinco contos curtinhos que apesar de deixarem um gostinho de quero mais, já são suficientes para nos deixar pensativos e levemente chocados.
Mentiria ao dizer que é a coisa mais assustadora que já li, mas quem conhece a escrita do Stephen King sabe que o objetivo dele na maioria das vezes não é te deixar tremendo de medo, e sim ativar aquela parte do seu psicológico que questiona “Nossa, que coisa cruel. Como esse cara pensou nisso?”. Então se você curte Graphic Novels, está acostumado com a escrita do King ou simplesmente quer sentir um pouco da nostalgia de Goosebumps + Clube do terror, essa é a indicação certa para você.


Por Amanda Rocha

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Resenha: Nick & Norah - Uma noite de amor e música, de Rachel Cohn e David Levithan

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Livro: Nick e Norah – Uma noite de amor e música
Autor: Rachel Cohn e David Levithan
Editora: Galera Record
Páginas: 224
Nota: 4/5

Sinopse


Nick & Norah: Uma noite de amor e música, de Rachel Cohn e David Levithan, chegou aos cinemas norte-americanos no final de 2008, arrancando elogios da imprensa especializada. “O filme tem uma doçura genuína, espontânea. Quem dera todos os filmes para adolescentes fossem tão ternos e sedutores”, publicou a Newsweek; “Sem ser moralista ou puritano, Nick & Norah é inteligente e trata seu público alvo com respeito”, escreveu o New York Times. Na trama, dois jovens se encontram por acaso em um caótico show de punk rock e ensaiam os primeiros passos de um destino em comum depois de um beijo inesperado. Tudo começa quando Nick pede a Norah para fingir ser sua namorada por 5 minutos. É o tempo que ele precisa para evitar a árdua (e dolorosa) tarefa de encarar e ex-namorada, que acaba de chegar (acompanhada) para assistir ao seu show. Também vagando pela terra dos corações partidos, Norah aceita. Que mal podia haver nisso? E é isso. Um único beijo basta para levar Nick e Norah por uma aventura pelos bastidores de Nova York — em um encontro repleto de alegria, ansiedade, confusão e entusiasmo, como deve ser a primeira vez. Aparentemente sem nada em comum a não ser o gosto musical, o encontro casual os leva por uma noite interminável e surpreendente em busca do lugar onde está rolando um show secreto de uma banda lendária. Alternando as vozes de Nick e Norah, David Levithan e Rachel Cohn assinam um romance divertido, elétrico e sexy sobre música, paixão e adolescência.






Minha opinião


Geralmente gosto de ler os livros antes de assistir o filme. No entanto, com Nick e Norah, aconteceu o contrário. Assisti esse filme há anos atrás e não fazia ideia que era uma adaptação, e como gosto muito do filme, assim que soube da existência do livro me animei para ler. Afinal de contas eu sou a louca que não pode ver algo que envolva música que já quer.
Primeiramente devo dizer que o livro é muito diferente do filme e confesso que há muitas cenas desnecessárias no filme e por várias vezes acontecem coisas que no livro era o contrário, cenas no qual a Norah está fazendo algo que no livro o Nick que fazia.
O livro foi feito em parceria. Rachel Cohn é responsável pelos capítulos da Norah e David Levithan pelos capítulos de Nick. O livro todo se passa em uma única noite regada a shows, performances, letras de músicas e cantorias em dupla. É cheio de referências musicais, o que torna o livro um grande aprendizado e possui cenas divertidas também.
Então você deve está se perguntando porque não dei nota máxima.
Bem, o livro demora a engatar e você fica com aquele sentimento de romance morno e acaba não embarcando tanto no ship dos personagens. Mas sabendo que o livro é mais voltado para adolescentes, é um bom livro, e de qualquer forma a leitura é válida para ampliar seus conhecimentos musicais e se divertir com o jeito do Nick e se identificar com as paranoias de Norah.
Por Amanda Rocha

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Resenha:Dias perfeitos - Raphael Montes

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Livro: Dias perfeitos
Autor: Raphael Montes
Editora: Companhia das letras
Páginas: 280
Nota: 3/5


Sinopse


Téo é um solitário estudante de medicina que divide seu tempo entre cuidar da mãe paraplégica e examinar cadáveres nas aulas de anatomia. Durante uma festa, ele conhece Clarice, uma jovem de espírito livre que sonha tornar-se roteirista de cinema. Ela está escrevendo um road movie sobre três amigas que viajam em busca de novas experiências. Obcecado por Clarice, Téo quer dissecar a rebeldia daquela menina. Começa, então, uma aproximação doentia que o leva a tomar uma atitude extrema. Passando por cenários oníricos, que incluem um chalé em Teresópolis e uma praia deserta em Ilha Grande, o casal estabelece uma rotina insólita, repleta de tortura psicológica e sordidez. O efeito é perturbador. Téo fala com calma, planeja os atos com frieza e justifica suas atitudes com uma lógica impecável.






Minha opinião


Quem acompanha nosso blog sabe que aqui somos muito fãs do Raphael, esse é o quarto livro do autor que eu tô lendo, estão fui com muitas expectativas, vou explicar o motivo dessa nota.


Dias perfeitos é um livro que divide opiniões... Dos que eu li do Raphael esse foi o que eu menos gostei, a escrita e a narrativa do Raphael são impecáveis, porém em alguns momentos do livro eu fiquei me perguntando o que estava acontecendo, fica difícil falar sobre isso sem dar spoiler...


Porém, o modo como o autor mostra como pensa e como funciona a mente de um psicopata foi o ponto auto do livro, logo de cara percebemos que o Téo tem algum problema, e Raphael explora isso de forma bem interessante.


Enfim, o livro é um pouco viajado em alguns momentos, mas não é de todo ruim, não é um livro eu recomendaria como primeira leitura no universo do Raphael, mas vale a leitura.


Você pode comprar o livro aqui pelo menor preço.


Por Priscila Biancardi

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Resenha: Saga Hush Hush - Becca Fitzpatrick

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Saga: Hush hush
Autora: Becca Fitzpatrick
Editora: Intrínseca
Nota: 5/5


Sinopse

Se apaixonar nunca foi tão fácil… ou tão mortal. Para Nora Grey, romance não era parte do plano. Ela nunca se sentiu particularmente atraída por nenhum garoto de sua escola, não importa o quanto sua melhor amiga Vee os empurre para ela. Não até a chegada de Patch.
Com seu sorriso tranquilo e olhos que parecem enxergar dentro dela, Nora é atraída por ele contra seu bom senso. Mas após uma série de acontecimentos aterrorizantes, Nora não sabe em quem confiar. Patch parece estar onde quer que ela esteja, e saber mais dela do que seus amigos mais íntimos.
Ela não consegue decidir entre cair nos braços dele ou correr e se esconder. E quando tenta encontrar algumas respostas, ela se acha próxima de uma verdade que é bem mais perturbadora do que qualquer coisa que Patch a faça sentir. Pois Nora está bem no meio de uma antiga batalha entre os imortais e aqueles que caíram – e, quando se trata de escolher lados, a escolha errada poderá custar sua vida.






Minha opinião


Hush Hush é uma das minhas sagas adolescentes preferidas, e na minha opinião é outra saga, que assim como a saga crepúsculo, ficaria melhor sendo narrada do ponto de vista masculino, mas isso não diminui meu amor pela saga.
Sem dúvida o ponto alto da saga é o Patch. É muito difícil eu ter crush em personagem literário, mas Patch é O Crush. Com certeza um dos personagens mais carismáticos que já vi em histórias, o típico badboy que quando conhece o amor muda todos os aspectos de sua personalidade para proteger a mocinha.
Agora chega de falar sobre o Patch, vamos falar da saga em si.
Muitas pessoas comparam essa saga com a saga Fallen, bom, eu nunca li Fallen, mas pra quem quer ler Hush hush e já leu Fallen, aconselho a ler sem fazer comparações (vale para qualquer livro ou saga).
Hush hush é cheio de elementos fantásticos e personagens cativantes, vale a pena ler totalmente de mente aberta.


Por Priscila Biancardi

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