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Especial Nicholas Sparks: 10 melhores livros

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Nós quase não falamos de romance aqui no blog, então vamos mudar isso. Aqui não temos preconceito literário, somos contra. Por isso preparamos um especial do escritor de romance mais amado aka Nicholas Sparks. A proposta desse especial é listar os 10 melhores livros do autor que eu li.


Vamos lá!


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10- Noites de tormenta: Duas pessoas ficam presas durante um temporal, diante disso, tudo pode acontecer, mas é ali que eles vivem a melhor experiência de suas vidas.







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9- A última música: Um jovem se muda para a casa do pai contra a vontade, mas essa mudança vai dar nova cor e sentido à sua vida.







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8- Um porto seguro: Uma mulher foge de seu marido para recomeçar a vida em outro lugar, mas será que o passado vai deixá-la esquecer quem é?







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7- No seu olhar: Quando duas pessoas de mundos totalmente diferentes se apaixonam, precisam saber que vão precisar lutar contra tudo e todos.







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6- Uma carta de amor: Quando estamos desiludidos com o amor, a vida mostra como pode ser surpreendente.







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5- Um amor para recordar: Duas pessoas entram na vida uma da outra para provar que milagres podem existir.







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4- Diário de uma paixão: Um amor aparentemente impossível. Não para quem está disposto a fazer o impossível.







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3- O guardião: O amor é capaz de vencer até mesmo a morte para ficar perto de quem se ama?







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2- A escolha- Escolhas podem mudar a vida de duas pessoas para sempre, seja para bem ou para mal.







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1- O melhor de mim: O que uma pessoa é capaz de fazer por amor? Certamente dar o seu melhor.


Espero que tenham gostado e nos digam se gostam desse tipo de post, assim traremos mais sobre outros autores.


Por Priscila Biancardi

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Resenha: Belas maldições - Neil Gaiman e Terry Pratchett

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Livro: Belas maldições
Autor: Neil Gaiman e Terry Pratchett
Editora: Bertrand Brasil
Páginas: 350
Nota: 3/5


Sinopse


O mundo vai acabar em um sábado. No próximo sábado, e ainda por cima antes do jantar. O que é um grande problema para Crowley, o demônio mais acessível do Inferno, residente na Terra, e sua contraparte e velho amigo Aziraphale, anjo genuíno e dono de livraria em Londres. Depois de quatro mil anos vivendo entre os humanos, eles pegaram um gosto pelo mundo, e o Armagedom lhes parece um evento bastante inconveniente. Então, para evitar o fim do mundo, precisam encontrar a chave de tudo: o jovem Anticristo, agora um menino de 11 anos vivendo tranquilamente em uma cidadezinha inglesa. Em seu caminho, acabarão trombando com uma jovem ocultista, dona do único livro que prevê precisamente os acontecimentos do fim do mundo, caçadores de bruxas ainda na ativa e, quem sabe, até os Quatro Cavaleiros do Apocalipse. Mas eles precisam ser rápidos. Não é só o tempo que está acabando...






Minha opinião


Belas Maldições foi minha primeira experiência com Neil Gaiman e posso dizer que estou sem reação.

Belas Maldições é sobre o Apocalipse e como Crowley, um demônio, e Aziraphale, um anjo, tentam impedir o fim do mundo por estarem apegados ao modo de vida dos humanos, o plano dos dois fica mais difícil quando descobrem que o Anticristo está desaparecido.

A escrita de Neil Gaiman é confusa, estamos acostumados a ver o Apocalipse como um evento de proporções épicas e quando topamos com um Apocalipse meio cômico e “parado", notamos uma diferença em como o autor trata o tema como se fosse mais um empecilho na vida de alguém.

Essa fórmula foi realmente inovadora, mas a escrita de Neil Gaiman e Terry Pratchett deixaram a desejar durante todo o livro, as situações cômicas pareciam mais um show de stand up amador no qual as piadas arrancam risos uma vez ou outra. O grupo de crianças presente no livro tenta ser aquele típico grupinho de crianças dos anos 80, porém o único autor que conheço que fez isso de forma marcante foi Stephen King e seu Clube dos Perdedores. Belas Maldições é um livro chato e maduro, uma das minhas personalidades é chata e madura e por isso não achei o livro tão chato.

As últimas 50 páginas finalmente ficaram do jeito que eu esperava, foram as que me deram um gás para terminar o livro e ler um final confuso, mas aceitável.

No final, Belas Maldições é um livro que retrata a missão de dois companheiros para livrar a Terra do Apocalipse, poderia ser surpreendente, mas não foi. Só nos resta esperar que a adaptação para série se saia bem.


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David Tennant como Crowley e Michael Sheen
como Aziraphale nas gravações da série.


Por João Marcos

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Resenha: 30 dias com meu marido milionário - Viktor Bellafont

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Conto: 30 dias com meu marido milionário
Autor: Viktor Bellafont
Editora: Amazon
Páginas: 16
Nota: 4/5


Sinopse


Você vive linda e bela num relacionamento ao lado de um milionário. Entretanto, você se questiona diariamente se não seria o certo deixar de ser bancada e arrumar um emprego.
Principalmente, agora, onde a opinião alheia parece te incomodar tanto.
O que nossa personagem Mari fará?
Como isso irá afetar sua relação com Enzo?


Minha opinião


O conto de estreia da série "Meu marido milionário" é bem curtinho, daqueles para ler em uma viagem de ônibus mas traz uma questão bem pertinente: Por que uma mulher casada com um marido rico não pode querer ter seu próprio emprego e deixar de depender financeiramente do cônjuge? Mari é a protagonista e sente que sua vida deveria ser mais que apenas viver às custas do marido, no entanto, Enzo, seu marido e suas amigas estranham a repentina vontade de Mari de querer voltar a trabalhar. A história se desenvolve bem rápido mas claro, deixa um gancho para uma continuação.


Vocês podem encontrar o conto disponibilizado gratuitamente aqui na Amazon: 30 dias com meu marido milionário.


Resenha por Amanda Rocha

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Resenha: Hotel California - Fernando Risch

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Livro: Hotel California
Autor: Fernando Risch
Editora: Dimensões Ficção (Editora Multifoco)
Páginas: 174
Nota: 4,5/5


Sinopse
Inspirado na famosa música Hotel California da banda norte-americana The Eagles, o livro homônimo recria de forma romantizada a história obscura por trás do hit. Citando de forma linear a letra parafraseada da canção no desenvolvimento da obra e interpretando-a através de teorias sobre sua origem, Fernando Risch conta a história de Johnny Eagle, um fora da lei que, em uma noite de cansaço, se hospeda em um hotel de beira de estrada e vê seu presente colidindo com seu passado, remontando sua vida, enquanto tenta entender os enigmas do local. Entre teorias sobre manicômio, inferno e vício em drogas, as obscuridades de Hotel California remontam uma história de mistérios que parece não ter fim.


Minha opinião


"Você pode registrar a saída a qualquer momento que quiser, mas você nunca poderá sair".


Bem, como vocês já estão cansados de saber eu sou uma pessoa muito ligada à música e quando minha prima me contou sobre o livro, de imediato tive interesse em ler. Hotel California é uma música do The Eagles envolta de mistérios e na Internet podemos encontrar diversas teorias sobre o que ela trata, no entanto ninguém sabe ao certo. Acredito que pensando nisso, o autor nacional Fernando Risch resolveu expor a teoria dele e conseguiu o fazer muito bem. Por ser baseada na música homônima é possível ver vários trechos dela e de fato recomendo que conheça a música antes de ler o livro porque ela é bem destrinchada no enredo. A edição que li acredito que não tenha passado por uma revisão rigorosa e por isso tem alguns erros de digitação, mas nada que atrapalhe muito a experiência. Por fim devo alertar que há cenas muito fortes descritas em algumas partes do livro, então não recomendo para quem não tem estômago forte.


E na opinião de vocês: Que música acham que renderia um ótimo enredo para um livro?


Por Amanda Rocha

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Resenha: Um de nós está mentindo - Karen M. McManus

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Livro: Um de nós está mentindo
Autor: Karen M. McManus
Editora: Galera Record
Páginas: 384
Nota: 3/5


Sinopse


Numa tarde de segunda-feira, cinco estudantes do colégio Bayview entram na sala de detenção:
Bronwyn, a gênia, comprometida a estudar em Yale, nunca quebra as regras.
Addy, a bela, a perfeita definição da princesa do baile de primavera.
Nate, o criminoso, já em liberdade condicional por tráfico de drogas.
Cooper, o atleta, astro do time de beisebol.
E Simon, o pária, criador do mais famoso app de fofocas da escola.
Só que Simon não consegue ir embora. Antes do fim da detenção, ele está morto. E, de acordo com os investigadores, a sua morte não foi acidental. Na segunda, ele morreu. Mas na terça, planejava postar fofocas bem quentes sobre os companheiros de detenção. O que faz os quatro serem suspeitos do seu assassinato. Ou são eles as vítimas perfeitas de um assassino que continua à solta?
Todo mundo tem segredos, certo? O que realmente importa é até onde você iria para proteger os seus.


Minha opinião


Eu sempre tenho um pouco de medo de iniciar livros que acabaram de ser lançados e que todo mundo está lendo, mas decidi dar uma chance para Um de nós esta mentindo. E me decepcionei.
O livro começa relativamente agitado, já acontecendo o que diz na sinopse, mas são poucos momentos agitados após esse, no meio o livro fica muito entediante, dá até vontade de largar, mas quase no meio o livro dá uma acelerada e fica bem tenso, pra chegar no final e... nada!
Sobre os personagens, para ser justa a grande maioria é cativante, você não imagina que algum deles tenha capacidade de ter feito algo contra Simon, o que faz a gente sempre mudar de ideia enquanto tenta adivinhar quem é culpado.
Para finalizar, não é um livro ruim, mas também não é ótimo, talvez eu tenha ido com muitas expectativas, então uma dica que deixo para quem for ler: vá com calma.


Por Priscila Biancardi

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Em 13 Edgar Allan Poe especial feira h.p. lovecraft joe hill Raphael montes sexta stephen king terror treze william march

Especial Sexta-feira 13

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Sexta-feira 13 é dia de terror e suspense! Por isso, separamos alguns títulos para recomendar para vocês.


Falar de terror sem falar de Edgar Allan Poe não dá. Por isso, o primeiro título escolhido é Histórias extraordinárias que possui vários contos, incluindo nossos favoritos "O gato preto" e "Nunca aposte sua cabeça com o diabo". Se quiserem conhecê-los temos posts no blog com os dois contos completos aqui: O gato preto e Nunca aposte sua cabeça com o diabo.


A DarkSide Books também traz títulos cheios de suspense e terror para gente. Por isso, escolhemos "Menina má", um livro daqueles que surpreende. Será que todas as crianças são inocentes? Pra quem quiser comprar: Menina má.


Como filho de peixe, peixinho é. Trouxemos um título do Joe Hill, filho do mestre do terror Stephen King. O livro foi adaptado para o cinema como "O amaldiçoado". O que você faria se um belo dia acordasse e se deparasse com chifres demoníacos crescendo em sua cabeça? Você encontra o livro com a capa do filme aqui e capa original O Pacto


Seguindo agora para o mestre do terror, Stephen King tem mais de 60 títulos publicados e separamos 2 títulos para você. Revival é um livro que questiona a fé e a vida após a morte trazendo um final surpreendente. Se quiser saber um pouco mais sobre ele, temos resenha no blog aqui. Já Misery mostra o verdadeiro sentido de "lobo em pele de cordeiro" e o quanto a obsessão pode ser cruel. Se quiser comprar os títulos: Revival e Misery.


Por fim, na pilha de livros temos um do H.P. Lovecraft. A versão da editora Barnes and Noble tem a obra completa do autor com mais de 60 contos, incluindo o famoso Call of Cthulhu. Você o encontra aqui.


E no leitor digital, não podia faltar, claro, nosso autor nacional favorito que sabe como ninguém trazer as expressões mais diversas para nossos rostos enquanto lemos. Suicidas, do autor Raphael Montes, é de deixar o queixo caído (para não dizer outra coisa). Você pode conferir a resenha dele aqui e comprá-lo aqui: Suicidas.


Esperamos que gostem das recomendações. Boa leitura e cuidado com o Jason!

jason
Por Amanda Rocha

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Resenha de HQ: Incrível, fantástico, inacreditável

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HQ: Incrível, Fantástico, Inacreditável
Autores:
Stan Lee, Peter David, Colleen Doran
Editora: Geektopia
Páginas: 192
Nota: 5/5


Sinopse


Nesta obra singular e ricamente ilustrada, Lee narra a extraordinária história de sua vida com a mesma energia e inimitável espírito excêntrico que sempre apresentou no mundo dos quadrinhos. Esta biografia visual relembra os principais momentos do artista, da infância conturbada na cidade de Nova York à sua ascensão como principal escritor e editor-chefe da Marvel Comics durante seu período áureo, nas décadas de 1960 e 1970; da parceria com os grandes Joe Simon, Jack Kirby e Steve Ditko à sua mais recente aparição em Vingadores: Era de Ultron. O livro “Incrível, fantástico, inacreditável” perscruta com vivacidade todos os aspectos da carreira notável e ímpar de Stan Lee, um dos maiores artistas do nosso tempo.


Minha opinião


Suponho que você deva conhecer Stan Lee.
Sim, aquele senhor que costuma aparecer em alguns filmes de herói, mas muitos não sabem como Stanley Martin Lieber se tornou um dos maiores nomes dos quadrinhos do mundo.


Em Incrível, Fantástico, Inacreditável, Lee divide com o leitor, da mesma forma extrovertida e animada que o move até hoje, sua história de vida, desde a infância pobre até a história de 2 páginas do Capitão América que o consagrou com o nome que conhecemos até hoje.


Depois da Guerra, Stan Lee conhece a pessoa mais importante de sua vida: Joan. Sua futura esposa, seu amor à primeira vista, o pontapé inicial que ajudou a criar – junto de Jack Kirby – o Quarteto Fantástico. Depois da história espetacular e inspiradora de Stan Lee, o mais divertido é saber como surgiram seus famosos heróis, o que é contado em detalhes.


Dos momentos mais extraordinários até os mais infelizes, Incrível, Fantástico, Inacreditável traz uma narrativa tão fluida que você não nota o fim da história chegando. Um dos fatos mais legais é que o próprio Stan Lee conta sua história, como se fosse uma conversa de autor para leitor. O roteiro de Peter David ficou excelente e vale dizer que Incrível, Fantástico, Inacreditável é uma HQ com ilustrações incríveis de Collen Doran.


Divertida e cativante, a HQ vale a pena para quem deseja conhecer mais sobre essa lenda dos quadrinhos.


Por João Marcos


 

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Resenha: Suicidas - Raphael Montes

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Livro: Suicidas
Autor: Raphael Montes
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 342
Nota: 5/5


Sinopse


Um porão, nove jovens e uma Magnum 608. O que poderia ter levado universitários da elite carioca – aparentemente sem problemas – a participar de uma roleta-russa?
Um ano depois do trágico evento, que terminou de forma violenta e bizarramente misteriosa, uma nova pista, até então mantida em segredo pela polícia, ilumina o nebuloso caso. Sob o comando da delegada Diana Guimarães, as mães desses jovens são reunidas para tentar entender o que realmente aconteceu, e os motivos que levaram seus filhos a cometerem suicídio.
Por meio da leitura das anotações feitas por um dos suicidas durante o fatídico episódio, as mães são submersas no turbilhão de momentos que culminaram na morte de seus filhos. A reunião se dá em clima de tensão absoluta, verdades são ditas sem a falsa piedade das máscaras sociais e, sorrateiramente, algo maior começa a se revelar.


Minha opinião


"Até que ponto realmente conhecemos as pessoas?"


O livro, anteriormente lançado pela editora Benvirá, foi meu primeiro lido do autor nacional Raphael Montes. Não tenho muito costume de ler autores brasileiros, apesar de um dos meus livros favoritos ser do Walcyr Carrasco, mas posso dizer que o Raphael funcionou como um combustível na minha vontade de ler mais nacionais. Estou completamente encantada com a escrita do autor! O livro não tem altos e baixos, é só alto direto. O livro possui uma escrita instigante que faz com que você às vezes tenha vontade de terminar de lê-lo logo e em outras te faz querer nunca terminar de tão bom que é.
Por ser carioca, a experiência para mim foi até mais intensa pois vários lugares conhecidos são citados e as críticas feitas pelo autor são muito pertinentes para quem vive aqui.
E o final? Você pode ter certeza que nunca estará preparado para o final até que ele chegue. Eu recomendo demais o livro para quem gosta de muito suspense e não se incomoda com cenas fortes, para pessoas que tem uma sensibilidade maior, o livro pode acabar trazendo algumas questões à tona e ser perturbador. Por fim, estou ansiosa para ler mais do autor.


O livro pode ser encontrado com três capas. Duas da editora Benvirá e a mais atual, da Companhia das Letras.


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Curiosidades sobre o livro


Foi escrito por Raphael quando ele tinha 22 anos.
Cita outro livro do autor: Dias perfeitos.
Artistas citados no livro: Santana, Mamonas Assassinas, Adriana Calcanhoto, Amy Winehouse, Radiohead, Beatles, Charles Bukowski, Sir Arthur Conan Doyle, Rolling Stones, Alfred Hitchcock e John Grisham.
Hitler e o assassino em série John Wayne Gacy também são citados.


Caso queiram comprar, você o encontra com o menor preço aqui na Amazon, por 29,70: Suicidas.


Por Amanda Rocha

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Resenha: Ozob - Protocolo Molotov

Livro: Ozob - Protocolo Molotov
Autor: Leonel Caldela e Deive Pazos
Editora: Nerdbooks
Páginas: 420
Nota: 5/5


Sinopse


O futuro chegou. E é pior do que os nossos pesadelos.


O século 22 é uma época escura, feita de cibernética, inteligências artificiais, megacorporações que controlam os governos, redes sociais onipresentes, gangues e violência. No centro de tudo, uma metrópole se ergue em plataformas sucessivas, com prédios que se elevam acima das nuvens.
Construída sobre o que já foi Nova York, Delta City abriga as maiores corporações e milhões de habitantes. Mas, nas ruas sob as plataformas, a Cidade Baixa é o lar de criminosos, miseráveis e escória. O lar de Ozob.
Ozob, um construto genético encomendado por uma corporação, feito à imagem da mente insana de seu criador. Perseguido por seus irmãos sanguinários, só tem mais dois anos de vida. Para ele, nenhum minuto pode ser desperdiçado.
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Minha opinião


Só uma palavra é capaz de descrever Ozob - Protocolo Molotov: Escárnio.
A escrita de Leonel Caldela e a co-autoria de Deive Pazos (O Azaghal, do site Jovem Nerd) funcionam como uma química explosiva no qual o único resultado é o caos gerado por Ozob, um replicante, albino, com uma granada no lugar do nariz.
Ozob é um replicante, um humano melhorado, com data de validade que é proibido na Terra. Seis meses depois do seu ‘‘nascimento’’, ele está fugindo de Blade Runners quando conhece uma banda de punk rock guerrilheira chamada War Rodies composta por: Califórnia, a especialista em computadores e líder da banda, Johnny Molotov, guitarrista e a brutamontes Vivika. O livro mantém flashbacks frequentes do passado de Ozob, mostrando ao leitor uma vida de miséria em colônias espaciais, rotina exaustiva de trabalho e convivência quase mortal com seus três irmãos e seu pai.
Okay, João, mas o que esse livro tem de especial?
Primeiro, deixe-me falar do autor. Leonel Caldela é um sujeito sem escrúpulos quando o assunto é narração, um sujeito tão explosivo e miserável como Ozob encontrou o escritor perfeito para expor seu mundo: canibalismo, tortura, mutilação, pancadaria franca, uso de drogas, escravidão, cárcere privado, estupro, abuso psicológico, opressão capitalista em níveis inimagináveis, tudo isso descrito do jeito mais real possível.
Quanto ao livro, este é recheado de teorias de conspiração dos anos 80. McDonald's e a carne que faz com que as pessoas fiquem viciadas em comer mais lixo e até os membros do Clube dos 27 fazem uma aparição especial (devo dizer que ler Ozob, Hendrix e Cobain batendo um papo em uma viagem de ácido foi uma das melhores cenas que já li). Ramones, Sex Pistols, Bad Religion, Dead Kennedys, L7, todas essas bandas dão título a cada capítulo dessa história incrível. O livro ainda conta com várias referências à TV Aberta dos anos 80 que fica muito chato se eu revelar todas, descubra-as!
A cereja vermelha e explosiva do livro é, claro, Ozob. Se você cresceu vendo aqueles brucutus de filmes de ação, vai adorar o palhaço albino. Ozob é aquele anti-herói que explode (literalmente) tudo em seu caminho com uma dose extrapolada de sarcasmo, além de não ter medo de cair na porrada com qualquer um que desejar uma boa briga, afinal, o outro cara vai ficar pior, mas uma questão permeia a mente de Ozob: o que você faria se tivesse apenas meses de vida? Mas um grande anti-herói não é nada sem um inimigo pior que ele. O grande adversário de Ozob é cruel, psicótico, sádico e você vai adorar odiá-lo a cada aparição.
Em suma, Ozob: Protocolo Molotov é um culto aos anos 80.
Ainda tenho que responder se ele vale a pena? Acredito que não, "babaca"!


Por João Marcos

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